Recentemente um empresário identificou um golpe em seu estabelecimento. A empregada ao realizar a cobrança, seguia todo o padrão normal e para os pagamentos via pix, ao invés de gerar o código da empresa, criava o QR Code para sua própria conta, não levantando suspeita sobre a ação.
O caso foi descoberto pelo proprietário que tomou as medidas legais cabíveis.
De acordo com a assessora jurídica do Sindha MS – Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação de Mato Grosso do Sul, Dra. Monik Roth, a orientação é sempre fazer o boletim de ocorrência, o famoso B.O. “Em situações como essa, além de demitir imediatamente, o empresário pode tentar judicializar para fazer uma investigação mais ampla para verificar a quanto tempo isso acontece”.
Dra. Monik também reforçou que a situação do QR Code é apenas uma das formas de apropriação indébita. “Infelizmente não é um caso isolado e nessas situações é importante que o empresário tenha prova robusta, seja vídeo, ou mesmo o flagrante, ou ainda um processo administrativo de investigação”.
O Sindha MS orienta os empresários a adotarem medidas de prevenção, sempre dentro da legalidade, e os associados ao Sindha MS podem tirar dúvidas sobre essas situações pelo email juridico@sindhams.org.br