O presidente do Sindha MS – Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação de Mato Grosso do Sul, Juliano Wertheimer, participou da divulgação de mais uma edição do Anuário da Cerveja pelo MAPA – Ministério da Agricultura e Pecuária, durante o evento ‘Confraria Sindicerv: Números do Setor’, na última quarta-feira, em Brasília.
Ao todo, o Brasil registra 1.729 cervejarias e é o terceiro maior produtor de cerveja do mundo, atrás da China e dos Estados Unidos e deve alcançar, em 2023, o volume de vendas de 16,1 bilhões de litros, um crescimento de 4,5% em relação a 2022, de acordo com dados da empresa de mercado Euromonitor International, para o SINDICERV – Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja.
Para o Presidente Executivo do SINDICERV, Márcio Maciel, os números comprovam o potencial do mercado do setor cervejeiro nacional, que demonstrou evolução, mesmo diante de um cenário econômico desafiador, marcado por taxa de juros em alto patamar e expectativa de inflação em elevação. “A cadeia produtiva da cerveja contribui com mais de 2 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos e geração de 2% do Produto Interno Bruto Nacional”, pontuou Maciel.
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a importância do setor cervejeiro para a economia nacional. “O setor é muito relevante, e os números apresentados aqui hoje mostram isso. O Mapa está aberto para que possamos continuar tendo números impressionantes”, disse.
O presidente do Sindha MS reforçou que o setor tem se expandido no Estado. “Temos visto um aumento no número de cervejarias, demonstrando que o nosso Estado tem um grande potencial”.
O deputado federal por MS, Beto Pereira (PSDB), e o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, também participaram do evento.
Geração de Empregos
O setor cervejeiro no Brasil é historicamente relevante para economia nacional, gerando mais de 42 mil empregos diretos. A região sudeste detém 57,8% dos empregos diretos, seguida das regiões Nordeste e Sul com, respectivamente, 16,8% e 14,7%. Na sequência temos o Centro-Oeste com 7,1% e a região Norte com apenas 3,7%.